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Saturday, March 22, 2014

Bullying by Leia Teixeira

Bom como estava sem assunto mas queria escrever algo, li este artigo da minha amiga Leia Teixeira e me identifiquei total. Sim ja fui bullied, e tambem inocentemente ja bullied alguem mas, era diferente, sem a intencao de a pessoa se excluisse do grupo, muito menos pensasse em suicidio. Era assim um bullying saudavel. Saudades do meu paquera ferrugem, e da minha amiga vira pau.  Aqui vai totalmente e na integra ( redundante?). Eu sei que iram gostar.

On Bullying...
Palavra nova para uma pratica milenar entre as criaturas mais adoraveis do planeta: os nossos filhos.
A crianca nao conhece eufemismo. Ela vai usar o Portugues mais rasgado e cruel pra definir os coleguinhas....
Se voce eh alto - te chamam de vara-pau
Se usa oculos - jacare-de-4-olho, zaroio, zoinho
Se tem Sarda, ferrugem
Se o cabelo eh vermelho - fogueira
Se magro- lumbriga
Se gorducho- bolo- fofo, gordinho, gorducho
Se Gordo- baleia, bujao...
Se tem deficit de aprendizado: burro, orelhudo
Se inteligente: CDF
E por ai vai...
Neste contexto, Feliz a crianca que passa invisivel pela infancia.
Esta selva acontece geralmente intra- muros onde existe qq agrupamento infantil. Escola, condominios, igreja, etc. onde ha crianca ha bullying.
Fiquem atentos... Existem os bullies, os bullied, ou os que nao fazem nada!
Num momento ou outro da vida vc vai ser caça ou caçador.
Na minha familia eramos os ensinados pelos mais velhos aa nao caçoar de ninguem, pq se passasse um vento naquele instante, vc ficaria tal qual aquela pessoa. Era crime e castigo e o medo deste juizo me norteou na infacia.
Mas confesso aqui, que eu tambem nao abria a boca em favor dos necessitados tb nao.
So aprendi esta liçao mais tarde.
Qdo eu estava na segunda serie, mudaram para a nossa escola, 2 meninas, muito lindas sempre bem arrumadas que iam pra escola com a avó. Uma delas, havia passado por varias cirurgias para corrigir uma hidrocefalia, e portanto,o tamanho da cabeca dela era acima da media.
Elas chegaram no meio de bimestre, e foram apresentadas aa turma depois que ja estavamos todos sentados.
A crueldade dos meus coleguinhas de apenas 7 ou 8 anos, foi imediata. Comecou com a troca de olhares, e culminou na hora do recreio, com um coro musical de meninos, correndo atras dela e cantando: Voce viu o cabecao por ai? A outra metade respondia: Eu nao, eu nao vi nao!!!
Isto se repetiu por varios recreios, apesar de castigos e ameacas de suspensoes....
Confesso que esta crueldade marcou a minha infancia, e eu nao fiz nada.
 "

Monday, March 17, 2014

Travessuras da Menina Ma

Book Club novamente-


Sinopse - Travessuras da Menina Má - Mario Vargas Llosa

O peruano Ricardo vê realizado, ainda jovem, o sonho que sempre alimentou - o de viver em Paris. O reencontro com um amor da adolescência o trará de volta à realidade. Lily - inconformista, aventureira e pragmática - o arrastará para fora do pequeno mundo de suas ambições. Ricardo e Lily - ela sempre mudando de nome e de marido - se reencontram várias vezes ao longo da vida, em diferentes cidades do mundo que foram cenários de momentos emblemáticos da História contemporânea. Na Paris revolucionária dos anos 60; na Londres das drogas, da cultura hippie e do amor livre dos anos 70; na Tóquio dos grandes mafiosos dos anos 80; e na Madri em transição política dos anos 90. Assim, ao mesmo tempo em que conta a história de um amor arrebatador, Travessuras da menina má traça um quadro vigoroso das transformações sociais européias e convulsões políticas da América Latina. Muitas das experiências de vida de Vargas Llosa aparecem aqui, por meio de seus personagens - os tempos de penúria em Paris, seu trabalho como tradutor, sua simpatia pela revolução cubana e a ligação permanente com seu país de origem, o Peru. Criando uma tensão entre o cômico e o trágico, numa narrativa ágil, vigorosa e terna, que conduz o leitor nesta dança de encontros e desencontros, Mario Vargas Llosa joga com a realidade e a ficção para contar uma história em que o amor se mostra indefinível, senhor de mil faces, como a menina deliciosa e má.

Travessuras da Menina Má - Mario Vargas Llos

Wednesday, February 5, 2014

Wizard of Oz - Emerald City Table Scape

No final do ano passado tiver o maior prazer em ser convidada a participar de um table scape no Ohio Designer Center.   O tema para o nosso grupo foi O Magico de Oz, um filme que eu curto desde pequena. E que tambem tem um cachorrinho Cairn Terrier, chamado Toto, identico ao meu Toddy. Ficamos em terceiro lugar mas, alem do premio o que realmente me deu prazer foi a participacao com Luciana Borges, Erica Costa e Cristina Macarthy.

Design by Cristina Macarthy.


O campo de Papoulas que Dorothy atravessa antes de chegar ate a Cidade de Esmeraldas.


Tinhamos que incluir a estrada de tijolas amarelos, entao foram colocados os tijolinhos entrelacados na moss, ficou muito interessante.


Balao desenhado e configurado por Erica Costa




 The twister was terrifying! The poppies in the field looked so real they made me sleepy. I felt like I could step right into Emerald City. And when Dorothy opened the door on Oz, it was like seeing the magical land for the first time again.
I really felt like I was somewhere over the rainbow watching the stunning new 3D and Imax version of "The Wizard of Oz" -- and this doesn't begin to sum up the wonders of the new version that is playing in theaters for just one week. The release is an early celebration marking the 75th anniversary of the 1939 classic, regarded by many as the most perfect movie ever made.
So, how do you review such a legendary film, beloved by generation after generation? By not re-reviewing what hasn't changed – and that's most everything. All of the elements that make "The Wizard of Oz" great remain: Judy Garland's vulnerable but sparky performance; the enduring, powerful tale of friendship; "Over the Rainbow," arguably the best song ever performed in a movie; the magical, colorful land of Oz with its yellow brick road and munchkins and Emerald City; and, of course, Miss Gulch, aka the Wicked Witch of the West.
It's all just enhanced in the newly restored, painstakingly converted 3D version. Though viewers had been asking for years, Warner Bros. would not sign off on altering their prized possession until they were sure the process would meet the high standards of the original black and white and color film. It began with a high resolution scanning of the original Technicolor negative. The restored 2D image was then transformed by creating a depth-map of each frame to construct 3D imagery and determine distances from the viewer's vantage point. This was followed by the use of a rotoscope to refine distances and layer shapes.
It was worth the effort. As someone who has seen "The Wizard of Oz" 100-plus times, I admit I was a bit skeptical. I usually find 3D a showy gimmick used to hide the flaws of bad sci-fi.
Not with "Oz." The result is magnificent, every frame clearer and more beautiful than before. Garland looks absolutely luminous in both black and white and color, as does Billie Burke as Glinda the Good Witch. The impact is overwhelming when Dorothy opens the door onto the colorful Oz, but even the black and white portion of the film glows. You've never seen the twister like this before, a blazing black cyclone that tears across the screen and seems to be heading right towards you.
Even adults in the screening drew back a bit as it whirred closer, and quite a few children screamed. Which brings me to a point for those with very young children. The restoration is wonderful for those who've seen "Oz" before and want to appreciate it with fresh eyes. Scarier elements such as the twister, the witch and flying monkeys seem even more so in 3D, however, and may frighten some younger children.
But that qualm aside, this one-week screening is a stunning introduction to Oz sure to hook first-timers with its power, and enthrall old fans all over again. It truly is the wonderful "Wizard of Oz."